Nesta tirinha colocamos uma comparação.
Por: Cristian Gonçalves e Joice Peres
domingo, 22 de setembro de 2013
Romance exagerado
Nesta tirinha usamos metáfora nos quadrinhos 1 e 3 e comparação no quadrinho 2.
Por Anthony Colares e Valentina Colares
terça-feira, 17 de setembro de 2013
3º Fórum sobre Educação e Cultura Digital
O Fórum sobre Educação e Cultura Digital é uma oportunidade para se refletir sobre as novas tecnologias como ferramentas pedagógicas.
Neste ano, o 3º Fórum sobre Educação e Cultura Digital acontecerá nos dias 24 e 25 de setembro, no auditório do IFSul e em algumas salas da IDEAU.
O evento contará com palestras de diversos profissionais, além de Comunicações Orais, espaço onde os acadêmicos, educadores e demais interessados poderão apresentar trabalhos e pesquisas relacionados à inclusão das novas tecnologias da informação e comunicação no ambiente escolar, e uma Mesa Redonda, com um debate que encerrará o evento.
Mais informações no site da Prefeitura Municipal de Bagé.
Prticiparemos do Fórum apresentando dois trabalhos.
Por: Valentina Colares
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
A pele dos lagartos: como eles se revestem?
Sem sombra de dúvidas, a pele dos lagartos representa uma das maiores causas do preconceito humano com relação a estes animais. Ora, quem nunca ouviu frases como: “Que bicho asqueroso!”, “A pele dos calangos é áspera, repugnante!”, “Eles são escamosos, grosseiros!”? Inclusive nos dicionários de língua portuguesa, pode-se encontrar esta relação: escamoso = desagradável, repugnante, intragável. Entretanto, há quem admire e aprecie o tegumento destes animais.
Da mesma forma que em outros vertebrados, a pele dos lagartos é composta por duas camadas, uma interna, denominada derme, cuja origem é mesodérmica, e outra externa, a epiderme, cuja origem é ectodérmica. No entanto, daremos prioridade a esta última, uma vez que é ela a perceptível aos sentidos humanos e, consequentemente, a promotora das tão variadas impressões e sentimentos.
Biologicamente, o tegumento desenvolve diversas e importantes funções, como proteção contra impactos mecânicos, proteção contra desidratação, regulação da temperatura corpórea, além de constituir um órgão sensorial, promovendo a sensação táctil. Inclusive do ponto de vista evolucionário, sem dúvida alguma o desenvolvimento de um tegumento impermeável foi importantíssimo para que os vertebrados se tornassem independentes do meio aquático e dominassem o ambiente terrestre a cerca de 200 milhões de anos atrás. Entretanto, nenhum destes aspectos é tão importante para a relação entre humanos e lagartos quanto à constituição, forma e textura da pele destes animais.
A superfície da pele dos lagartos encontra-se ornamentada por especializações epidérmicas, chamadas escamas. As escamas são lâminas de queratina, famosas por seu aspecto áspero.
As escamas são caracteristicamente distintas entre as espécies. Por exemplo, as “lagartixas” apresentam predominantemente escamas granulares, diminutas e em sua maioria lisas, formando uma pele mais “delicada”, por vezes quase translúcida, que permite a visualização de estruturas corpóreas internas. Por outro lado, o corpo de grande parte dos “calangos de parede” contém escamas ornamentadas com quilhas, que atribuem um aspecto áspero.
Além dessa variação interespecífica, há também variação entre as diferentes partes do corpo. Por exemplo, as cristas dorsais das “iguanas” são constituídas por longas escamas aciculares que formam verdadeiras serrilhas de “espinhos”, diferenciando-se amplamente das demais escamas corpóreas. Nas “lagartixas”, as microestruturas sob os dígitos (setas) são adaptadas à aderência ao substrato, formando estruturas especializadas, denominadas lamelas infradigitais (Figura 01). Além disso, as escamas ventrais dos lagartos tendem a se diferenciar das dorsais, geralmente sendo mais lisas, o que facilita o deslizamento no substrato. As escamas cefálicas também apresentam especializações, sendo mais comumente conhecidas como escudos cefálicos, por serem mais amplas, achatadas e justapostas, comportando-se como verdadeiros “escudos”
Por: Anthony
"Independencia ou Morte."
Denomina-se Independência do Brasil ao processo que culminou com a
emancipação política do nosso país do reino de Portugal, no início do
século XIX.
Oficialmente, a data adotada é 7 de setembro de 1822,
quando ocorreu o episódio do chamado Grito do Ipiranga. Segundo a
história oficial, às margens do riacho Ipiranga, hoje de São Paulo, o
Príncipe Regente D. Pedro, bradou perante a sua comitiva: Independência
ou Morte!.A moderna historiografia em História do Brasil, afirma que o início do processo de independência se deu com à chegada da Corte Portuguesa ao Brasil, no contexto da Guerra Peninsular, a partir de 1808, quando a Corte Portuguesa transferiu-se para o Brasil, fugindo das tropas de Napoleão Bonaparte. O regente Dom João VI abriu os portos do país, permitiu o funcionamento de fábricas e fundou o Banco do Brasil. O país tornou-se, em 1815, Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Em 1818, Dom João VI foi coroado rei. Três anos depois voltou para Portugal, deixando seu filho mais velho, Dom Pedro, como regente do país.
A Independência do Brasil marca o fim do domínio português sobre o Brasil: a conquista da nossa autonomia. D. Pedro, o então principe regente, recebeu uma carta da Corte de Lisboa exigindo sua volta para Portugal. Por muito tempo os portugueses insistiam pois queriam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impediria essa façanha.
Dom Pedro não concordava com a atitude de Portugal e assim que recebeu a carta respondeu: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico". Esse pronunciamento ficou caracterizado como o Dia do Fico e foi realizado em 9 de janeiro de 1822. Depois do dia do Fico, D. Pedro começou a tomar providências para que a Independência de fato acontecesse.
D. Pedro Convocou Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino e determinou que nenhuma Lei de Portugal seria colocada em vigor no Brasil. Além do mais, o povo também lutava por Independência. Após várias medidas, D. Pedro viaja para Minas e São Paulo, acalmando a sociedade que estava preocupada com os novos acontecimentos que poderiam causar alguma instabilidade social. Durante esta viagem, recebe nova carta que anula a Assembléia e exige volta imediata do príncipe.
Ao receber essas notícias, D. Pedro estava indo para são Paulo e estava próximo as margens do Ipiranga. Após ler as notícias, levantou a espada e gritou: Independência ou Morte!. Esta data, 7 de setembro de 1822, ficou marcada como a Independência do Brasil. No mês de dezembro do mesmo ano, D. Pedro foi declarado Imperador do Brasil livre.
Portugal, para reconhecer o Brasil como país independente e não mais como sua ex-colônia, exigiu um pagamento de 2 milhões de libras. Como o Brasil não tinha este dinheiro, D. Pedro decide pedir um empréstimo para a Inglaterra. Os primeiros países que reconheceram o Brasil como um país independente foram os Estados Unidos e o México.
Apesar de tanta luta e movimentação, a Independência do Brasil não trouxe grandes mudanças sociais. O povo mais pobre continuou pobre e nem sequer entendeu o que significava estar livre de Portugal. A escravidão se manteve, os grandes fazendeiros continuaram com suas terras e cada vez mais ricos. Enfim, a libertação foi somente no papel.
Referencias:
http://bethccruz.blogspot.com.br/2008/09/semana-da-ptria-independncia-do-brasil.html
Atenciosamente, Esthéfani Lettnin e Yasmin Borges.
Assinar:
Postagens (Atom)


